Saiba como vai ser o consumidor pós-crise
- Jorge Rosendo
Quais serão os seus hábitos de consumo? Quem irá consumir mais? Qual o papel das redes sociais e da responsabilidade social para as marcas? A mediaedge:cia apresenta uma análise sobre o possível futuro do mercado do consumo, juntamente com diversas “guidelines” para as marcas que queiram sobreviver ao “pós-crise”.
Segundo Rúben de Almeida Domingues, Chief Strategy Officer da mediaedge:cia, a análise foi elaborada pelo Medialab, tendo por base “a consulta interna do grupo, ao nível nacional e internacional”.
Segundo a análise apresentada pelo grupo, muitos consumidores regressarão aos velhos hábitos de compra, abdicando do “estilo de vida mais simples” adoptado durante a época de crise. Sofrendo o risco de se regressar ao “paradoxo da escolha’ – o efeito paralisante de ter demasiado onde escolher – muito presente antes da recessão, as marcas devem, por isso, apresentar maiores vantagens para os consumidores ao reduzir e simplificar o leque de escolhas.
Por sua vez, durante a crise, uma grande parte dos consumidores descobriu os benefícios da partilha de informação através das redes sociais para a procura de uma melhor relação qualidade-preço-valor. Segundo as “guidelines” da mediaedge:cia esta tendência deverá manter-se e, consequentemente, as marcas terão de compreender a relevância das estratégias implementadas a este nível, mas acima de tudo, o facto de, nas redes sociais, cada caso ser um caso. As estratégias para o online devem por isso ter em conta a diversidade de formas de utilização e de perfis de utilizadores.
Numa altura em que muitas empresas foram alvo de escândalos públicos, redescobre-se cada vez mais os benefícios das acções de responsabilidade social, que além de gerirem dividendos ajudam a reconstruir a confiança do consumidor. Neste sentido, as marcas devem “conversar” com os consumidores, no sentido de demonstrar que os princípios morais e sociais têm de estar claramente integrados no significado da marca. Os consumidores são conhecedores do ‘greenwashing’ e exigem uma evidência real do comportamento das marcas. Desta forma, ao nível de consumo, as pessoas poderão vir a valorizar cada vez mais os serviços prestados pelas empresas, como factor de diferenciação para a escolha dos produtos.
A análise da mediaedge:cia afirma que num clima de redução do consumo e pressão sobre os recursos mundiais, “alguns fabricantes estão a mudar a sua abordagem, passando de conquistar e utilizar a natureza, para uma utilização dos seus recursos com maior respeito e de uma forma mais equilibrada”. No entanto, com o envelhecimento da população, será necessário um maior leque de serviços e produtos orientados para o “cuidado das pessoas”. Assim, as marcas que demonstrem maior preocupação com o cuidado com os consumidores estarão melhor posicionadas para prosperar.
Ao nível do público, o crescimento do rendimento das mulheres nos próximos cinco anos, devido ao aumento do número de mulheres a serem contratadas e à redução da diferença nos rendimentos, representa um mercado emergente duas vezes o tamanho da China e da Índia juntas. O estudo refere também existirem diferenças sobre a forma como as mulheres gastam o seu dinheiro: “têm tendência a gastar mais em coisas ligadas ao bem-estar das pessoas, como saúde e educação e tendem igualmente a poupar mais, mostrando um comportamento financeiro menos arriscado”. Consequentemente, esta mudança representa uma enorme oportunidade para novos produtos e serviços, bem como um desafio de comunicação para as marcas que tenham, tradicionalmente, utilizado um tom ou posicionamento mais “masculino”. No entanto, embora o género seja um elemento decisivo os marketeers têm que ter claro a que tipos de mulheres se dirigem. Em suma, “Mulheres” não é uma definição de target.
CK
Fonte: Mediaedge:cia
Vejo muitas acções criativas para divulgar diversos produtos tecnológicos, como câmeras digitais e tv’s de LCD, mas um cortador de pelos do nariz foi a primeira vez que vi.
A Saatchi & Saatchi da Indonésia é a responsável pela ação de ambiente para promover o aparelho daPanasonic, onde instalaram cartazes em vários postes usando os fios como se fossem os pelos saindo do nariz.
Uma ideia simples, original e com baixissímo custo de produção.
O futuro da internet segundo a Google
- Jorge Rosendo
É uma visão mais realista do que os habituais delírios tecnológicos, sobre a evolução da web. Prevê mudanças radicais no consumo, mas assente em factores como a predominância da língua chinesa e a capacidade da banda larga.
Dentro de 5 anos, a maioria dos conteúdos serão produzidos em mandarim ou cantonês, idiomas do país mais povoado do planeta, com 1350 milhões de habitantes. Leia-se, potenciais consumidores. Essa é a primeira certeza subscrita por Eric Schmidt, presidente executivo da Google, num simpósio sobre o futuro da Internet, em Orlando, Florida.
Uma visão onde invoca a chamada Lei de Moore, princípio da evolução do hardware, para concluir que, no mesmo prazo, teremos computadores 10 vezes mais potentes que os actuais core 2 duo… A banda larga estará muito acima dos 100 Mega e a distribuição diferenciada dos sinais de Televisão, Rádio e Internet será coisa do passado.
Sobre a irreversível tendência rumo ao vídeo, o patrão da Google sabe do que fala: “estamos a começar a fazer dinheiro a sério com o Youtube!”
Deixa para o capítulo que mais interessa ao célebre motor de pesquisa: a informação em tempo real, personalizada! Tão valiosa na Internet como qualquer outra, garante Schmidt. “Queremos incluí-la nos resultados de pesquisa, já podemos indexá-la nas buscas - mas como hierarquizar essa informação?” Pergunta que, segundo ele, traduz o maior desafio da net, na nossa era.
Luis Ferreira, antena3
Olha o peixe fresquinho!!!
- Jorge RosendoNa Alemanha um restaurante especializado em peixe fresco, Fisch Franke de seu nome, quis comunicar aos seus possiveis clientes que o peixe servido à sua mesa é realmente fresco. Contudo, em vez de fazer o que a maioria faz, uns panfletos ou um mupy com o nome do restaurante com um slogan cheio de cor a dizer: No Fisch Franke o peixe é mesmo fresquinho e ser mais uma publicidade no meio das milhares espalhadas pela cidade fez o seguinte…
Veja o video:
Cuidado com as provocações
- Jorge RosendoQuando queremos na publicidade comunicar um pequena “provocaçãozinha” aos nossos concorrentes, temos que pensar antes na capacidade de resposta deles e suas proporções!
Nos EUA a Audi quis comunicar um novo modelo automóvel da sua gama, “picando” a sua rival e congénere alemã. Na foto abaixo, o outdoor da Audi com a imagem do seu novo A4 é acompanhada pela frase: “Your move BMW”… dias mais tarde, aparece o outdoor/reposta da BMW.
Com uma simples jogada a BMW coloca a imagem do seu modelo concorrente ao Audi e escreve: Checkmate.
Marcas • Vespa
- Jorge Rosendo

O mais europeu de todos os veículos de duas rodas nasceu na Itália para ser barato, econômico, robusto e, claro, charmoso e elegante. A VESPA marcou uma época e poucos veículos, de duas ou quatro rodas, atingiram os patamares de vendas e a notoriedade mundial que ela alcançou. Era utilizada por pobres e ricos, tornou-se cultura nas mãos dos atores americanos que filmavam na Itália e foi até “atriz”, como no antológico filme Candelabro Italiano (Rome Adventure), de 1962, com Suzanne Pleshette e Troy Donahue.
A história
A história começou quando Enrico Piaggio presidia a empresa Piaggio, fundada pelo pai em 1884 e que se encontrava em ruínas por causa da Segunda Guerra Mundial. A enorme dificuldade, física e financeira que se encontrava toda a Europa, não intimidou Enrico, que resolveu deixar o campo aeronáutico em busca de um novo tipo de veículo, capaz de suprir a necessidade de locomoção básica da população. Uma vez que as estradas estavam em situação precária e os italianos não tinham dinheiro, a solução era um veículo simples, barato e econômico. Na fábrica da empresa quase destruída pelos bombardeiros aliados em Pontedera, na região da Toscana, encontravam-se centenas de rodas de trens de pouso de bombardeiros e um grande número de pequenos motores multiuso para o lançamento dos aviões. Estava então esboçada a idéia básica do novo veículo.

Nas mãos de Corradino D’Ascanio, um brilhante e talentoso engenheiro aeronáutico que trabalhava na Piaggio desde 1934, ela concretizou-se, apenas oito dias depois de Enrico ter dado a ordem a ele de projetá-la. A partir da sua larga experiência, ele concebeu algo inédito até então em duas rodas. Para tal, investigou os maiores inconvenientes que uma mota causava aos seus proprietários e procurou corrigi-los no novo veículo. Na época, as motos eram veículos pouco populares, principalmente em virtude de dois problemas: pneus furados e correntes frágeis. O descanso resolveria em definitivo o problema de ficar pelo caminho por causa de um pneu furado. O garfo dianteiro prendia a roda em apenas um lado, o que facilitaria a troca do pneu, o mesmo acontecia com a roda traseira, presa diretamente ao conjunto caixa-motor – um dois tempos de peça única, compacta e que dispensava corrente de transmissão. Ainda num toque de engenhosidade, os aros das rodas (de apenas 8 polegadas de diâmetro) eram constituídos por dois discos parafusados entre si, o que facilitaria a desmontagem do pneu.

Correntes para motos eram raras na Itália da década de 50, razão para o uso da transmissão direta. Esta disposição, porém, fazia com que cerca de 70% do peso da mota estivesse concentrado do lado direito, e, consequentemente, gerasse instabilidade. Para corrigir a tendência de puxar para a direita (principalmente ao tirar as mãos do guiador), a roda dianteira ficava 8 mm à esquerda do eixo de direção, de modo a gerar um binário oposto ao ocasionado pelo centro de gravidade deslocado. Mesmo assim o novo veículo padecia do seu desequilíbrio inerente. Caixa e embreagem foram montados na manopla esquerda, para que os dois processos nas trocas de velocidades não exigissem retirar a mão do guidão. Era eliminado também o pedal de mudança de velocidade das motos, que marcava e sujava os sapatos.

E novo veículo trazia uma solução para o comando da caixa de velocidades que ainda hoje é usado pelos fabricantes de automóveis como uma inovação: a existência de cabos flexíveis, de aço trançado tipo Bowden. Um escudo frontal protegia as roupas e o próprio condutor da chuva, poeira e tudo o que fosse arremessado pela roda dianteira – e também sua integridade física numa eventual queda. De estrutura monobloco (como a de um automóvel), trazia a secção central bastante baixa, facilitando a subida ao veículo, principalmente para mulheres e pessoas de baixa estatura. Mesmo mulheres de saia podiam conduzi-la. Acabado o desenvolvimento, foram construídos os protótipos. As primeiras 15 unidades deixaram a fábrica da empresa no dia 23 de abril de 1946. Elas eram equipadas com um motor de 98 cm³ com apenas 3 cv de potência e atingiam velocidade máxima de 60 km/h, bons níveis para a época. A caixa de embreagem tinha três mudanças e o tanque de combustível comportava cinco litros de gasolina. O consumo de 40 km/l, uma marca bem-vinda numa época difícil como aquela do pós-guerra.

Uma característica marcante do novo veículo é que não tinha piso entre a dianteira e o banco, mas sim duas placas separadas. O novo veículo foi batizado de VESPA em razão ao ronco do seu motor de dois tempos com ventoinha de arrefecimento, que mais parecia um zumbido, característico daquele inseto. Também diz a lenda que, ao vê-la, Piaggio exclamou: “Bello, sembra una vespa” (“Belo, parece uma vespa”), alucinado pela forma do veículo. Rapidamente a VESPA caiu nas graças do consumidor e o seu sucesso foi absoluto e instantâneo. Outros veículos foram criados utilizando a mesma proposta, mas não alcançaram o mesmo êxito que o original. Para tal, a Piaggio não contou apenas com o carisma que o veículo obteve: montou uma completa rede de assistência técnica em todo o território italiano e proporcionou cursos de formação na fábrica para mecânicos. Além disso, o veículo tinha uma relação preço/qualidade extremamente favorável: chegava a qualquer canto da destruída Itália do pós-guerra gastando muito pouco – podia ser usada em qualquer situação, sob qualquer condição. No primeiro ano foram produzidas 2.484 unidades, um sucesso de vendas. Curiosamente, embora tenha sido tentado pintar as primeiras unidades de cores diversas, em pouco tempo, o cinza metalizado foi adotado como cor única.

Em 1948 uma nova motorização de 125 cm³ e 4,7 cv de potência foi lançada, e com ela, algumas revisões tecnológicas que se encontram até hoje nos veículos em produção. A mais visível: o assoalho que ocupava agora as duas placas de apoio para os pés. Também eram adaptadas suspensão na roda traseira, pára-lama dianteiro e pequenas alterações na “carroceria”. A velocidade máxima chegava a 75 km/h. Até 1949 já haviam sido produzidas mais de 35.000 unidades, um recorde para uma época tão conturbada. Quatro anos depois o motor era modificado, passando a ter 5 cv, e surgia uma versão utilitária com o farol mais elevado. O famoso modelo GS (Grand Sport) 150, mais desportivo, saiu das linhas de produção em 1955 trazendo um estilo mais moderno, com rodas de 10 polegadas, caixa de embreagem com quatro mudanças e uma velocidade máxima de 100 km/h.

Na primeira década de vida da VESPA, foram produzidas um milhão de unidades. Nesta época, o veículo já era produzido na Alemanha, Inglaterra, França, Bélgica e Espanha. Em 1962 chegava a GS 160, com 8,2 cv de potência e um visual renovado. Com o tempo, vários clubes de “vespeiros” surgiram para que os admiradores da VESPA fizessem passeios e trocassem informações sobre a sua paixão italiana. Campeonatos desportivos também foram criados, onde os mais radicais colocavam a VESPA no seu limite. A pequena versão de 50 cm³, a última desenvolvida por D’Ascanio, apareceu em 1964. No ano seguinte aparecia a SS 180, de 10 cv, seguida pelas versões Super Sprint 90 (1966), Primavera 125 (1968) e Elestart 50, com motor de arranque elétrico (1970). Finalmente, em 1978, a família PX – com as versões de 125, 150 e 200 cm³. O maior dos motores desenvolvia 12,35 cv e chegou a ser oferecido no mercado norte-americano, na versão Rally. Um caixa de velocidades automática foi introduzida em 1984, sendo a manete de embreagem agora destinado ao travão traseiro.

As crescentes restrições ambientais obrigaram Piaggio a retirar a VESPA do mercado americano em 1985. Nos anos seguintes, as VESPAS praticamente haviam desaparecido totalmente do mercado, a não ser os entusiastas, que mantiveram as clássicas scooter em operação, reconstruindo-as e restaurando-as. Com exceção de um modelo especial para colecionadores, introduzido em 1991, a VESPA só voltou a lançar um novo modelo em 1996, para comemorar os 50 anos da marca. Somente a partir de 2003 a marca reiniciou o lançamento de novos modelos, que mativeram o mesmo charme e elegância numa reiterpretação muito mais moderna. Atualmente a VESPA tem uma linha de 8 modelos: o tradicional PX; o LX em três versões (50, 125 e 250cc); o Granturismo (125 e 200cc); o potente GTS; além de dois modelos vintage.

Os slogans
I love my world.
Chi Vespa Mangia le Mele. (1969)
La Dolce Vita. (anos 50)

Dados corporativos
Origem: Itália
Lançamento: 23 de abril de 1946
Criador: Enrico Piaggio e Corradino D’Ascanio
Sede mundial: Pontedera, Pisa, Itália
Proprietário da marca: Piaggio C. S.p.A.
Capital aberto: Não
Chairman: Matteo Colaninno
CEO: Roberto Colaninno
Faturamento: Não divulgado
Lucro: Não divulgado
Presença global: 80 países
Presença em Portugal : Sim
Segmento: Motociclo
Principais produtos: Motorizadas e scooters
Ícones: O design do veículo
Slogan: I love my world.
Website: www.vespa.com

A marca no mundo
Com mais de 16 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento, a VESPA comercializa a sua gama de modelos em mais de 80 países ao redor do mundo. Os dois maiores mercados da marca são Itália e Reino Unido. Reconhecida como um dos marcos do design de veículos de duas rodas, um exemplar da VESPA está no Museu de Arte Moderna de Nova York, como exemplo da criatividade industrial italiana do século XX.

Você sabia?
Com mais de 120 versões em pouco mais de meio século, VESPA foi um verdadeiro sinônimo de Itália, que por um longo período foi conhecida como o “país da Vespa”. Surgiu até um novo verbo na língua de Dante: vespizzare. Histórias não faltam sobre este charmoso inseto de duas rodas.
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas), sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). Post retirado do site mundodasmarcas.blogspot.com.
A Economia da Reputação
- Jorge Rosendo
Li este post do Marcelo Minutti no blog: http://colunistas.ig.com.br/tecnozilla e acho que merece ser partilhado para mais uma vez colocar alguns directores de marketing a refletir algumas das suas estratégias.
“Vivemos um momento único nos mercados de consumo. Os modelos e ferramentas que sempre foram utilizados pelas empresas na economia tradicional já dão sinais de ferrugem.
Os economistas sempre trataram mercados “não monetários” (aqueles onde as trocas não são realizadas através de papel-moeda) com um pouco de desdém. O problema é que agora não está dando mais para ignorá-los e a economia da reputação está ocupando um lugar de destaque nos mercados atuais.
Com a expansão da Internet e proliferação das redes sociais, o valor das coisas não são mais definidos apenas pelas campanhas de marketing que as empresas fazem, mas também pela reputação que os mesmas possuem dentro das mídias sociais.
Podemos dizer que esse fenômeno não é novo, pois sempre houveram redes de conhecidos, que através do milenar boca-a-boca, criavam e espalhavam a reputação de produtos e pessoas.
A grande diferença para os tempos atuais é que a Internet potencializou esse comportamento humano. Com isso, fez com que o inocente boca-a-boca de antigamente transformasse-se no pesadelo dos profissionais de marketing.
Com isso, o valor das trocas (indicações, links, twittadas, blogs de recomendação, comunidades de reclamação, etc) na economia da reputação tem tornado-se cada vez mais relevante e perceptível para as organizações.
Uma pesquisa recente, publicada no Valor Econômico, mostrou que mais de 90% dos internautas pesquisam sobre produtos e serviços antes de comprar. Assim, aqueles produtos que tiverem a melhor reputação dentro das mídias sociais saem na frente na concorrência com seus rivais de menor valor no mercado de reputação.
Já está muito claro para todos, consumidores e empresas, que o ambiente de negócios não é mais o mesmo e não adianta ficar indiferente a pressão que a reputação digital tem exercido sobre marcas, produtos, pessoas e tendências. Sendo assim, quem souber aproveitar melhor as oportunidades que este novo cenário está gerando sairá na frente.”
Marcelo Minutti (Explorador e curioso voraz de tecnologia, inovação, marketing eletrônico e comportamento digital)
Realidade Aumentada: Burger King Dollar Menu
- Jorge RosendoJá existe algumas acções de realidade aumentada na internet, mas a agência Crispin, Porter + Bogusky (EUA) inovou e desenvolveu a realidade aumentada num banner para comunicar o “Dollar Menu” da Burger King.
Veja o exemplo atraves do video youtube e depois experimente atraves desde site (aceda aqui).
É simples, basta clicar em “Active Webcam” , de seguida clicar em permitir o acesso à câmara. Estando a webcam ligada, o objectivo era ter uma nota de $1,00 Americano, mas com uma de 10€ ou de 20€ funciona na mesma, não experimentei com outras do EURO
centre a nota no rectângulo e veja os hambúrgueres a surgir, no fim em vez do seu rosto aparecerá a mascara do Rei King. Experimente!
Comunicação c/ Criatividade = + Lucro!
- Jorge RosendoComo ex-vendedor, sempre fui contra de que para aumentar vendas, temos que baixar os preços. Os digníssimos Directores Comerciais com quem tive o prazer de trabalhar, no momento de aumento de objectivos ou em alturas de “crise” tinham sempre as brilhantes ideias de fazer coisas maravilhosas para se vender mais… colocar os vendedores a trabalhar 24horas por dia, prospectar 100 clientes por dia, colocar vinil nos carros dos vendedores a dizer “campanha, oportunidade, baixa de preço” etc… etc… Existe várias variaveis para serem trabalhadas para aumentar o lucro das empresas! como?! Vejam um pequeno exemplo de como criatividade ajuda um pouco:






